Guia Prático de Avaliação Nutricional

Podemos perceber se uma pessoa é saudável de diversas maneiras. Às vezes, só o olhar, a cor dos olhos, o peso, a fala, pode nos mostrar se uma pessoa está com a saúde em dia ou não. Mas, muito mais certeiro e confiável que a observação, é o diagnóstico  de um profissional, porque, é claro, técnica está aí exatamente para isso, para não nos deixar dúvidas.

No processo saúde-doença, a avaliação do estado nutricional e o movimento das curvas a partir de medidas antropométricas são um norte para o cuidado, indicando que tudo vem evoluindo normalmente ou que há desvios a serem observados. O risco nutricional que se manifesta por carências ou excessos do que se consome pode se relacionar a diferentes agravos, como os infecciosos, os metabólicos e os alimentares (onde também se incluem doenças crônicas não transmissíveis como o diabetes, a hipertensão arterial e a obesidade).

O retrato não só de uma pessoa, mas de toda uma população, pela classificação por estado nutricional, traz questionamentos e orienta ações coletivas. A desnutrição se faz presente? Qual a prevalência de obesidade na população? E em crianças, em gestantes, em grupos específicos? O que devemos fazer para a saúde da coletividade?

A essas perguntas precisamos encontrar respostas e as respostas nos levam à criação de estratégias, no que se fizer necessário.

Guia Prático para avaliação nutricional – INAD está aí pra isso. A Vigilância Alimentar e Nutricional tem o objetivo de consolidar as informações de estado nutricional em nível local, assim como na abrangência de uma área programática, no território de uma unidade de saúde e numa escola. Mas também mostra a situação na cidade ou no país. A partir desses dados é possível pensar em estratégias que melhorem os índices e garantam a saúde de nossa população.

Leia o Guia na íntegra:  https://elosdasaude.files.wordpress.com/2015/09/livretotecnico_ascom_final_commarcas.pdf