Toda casa tem que ter carinho

Lar é sinônimo de amor. Este é o mote da exposição Toda casa tem que ter carinho, que chega dia 06 de agosto à  Clínica da Família Waldemar Berardinelli, em Sepetiba, por meio de parceria com a Fundação Xuxa Meneghel. A mostra exibe desenhos, depoimentos, vídeos e fotografias de crianças, adolescentes e jovens com idades entre 6 e 29 anos que participaram do concurso nacional Não Bata, Eduque, em 2015. Os trabalhos revelam o olhar de meninos e meninas sobre um tema que lhes afeta diretamente: a violência familiar. A exposição estará aberta ao público até 29 de agosto e contará com visitas guiadas pelo RAP da Saúde, que também realizará rodas de conversa sobre o tema.

Exposição "Toda casa tem que ter carinho"

Exposição “Toda casa tem que ter carinho”

Adolescentes e jovens RAP da Saúde CAP 5.3 e profissional da Fundação Xuxa Meneghel durante montagem da exposição “Toda casa tem que ter carinhoA gerente da Clínica da Família Waldemar Berardinelli,Joanne de Mattos, reconhece que a iniciativa trará novos ares para a unidade de saúde. “Assistimos a população para que tenham completo bem-estar físico, mental e social. A exposição no ambiente de Saúde traz leveza e nos ajuda a conversar com os usuários sobre a importância das relações saudáveis”, avalia.

A assistente social Patrícia Campos destaca a participação do RAP da Saúde nesta iniciativa. “A exposição e as rodas de conversa foram pensadas e montadas por jovens e adolescentes, o que traz uma abordagem muito mais criativa e questionadora. A partir das Adolescentes e jovens RAP da Saúde CAP 5.3 e profissional da Fundação Xuxa Meneghel durante montagem da exposição "Toda casa tem que ter carinho"manifestações artísticas, poderemos alcançar e abordar de forma diferente os diversos públicos que frequentam a nossa unidade de saúde, possibilitando e facilitando o debate entre todos, profissionais e usuários. Daí a nossa  preocupação em incluir os Agentes Comunitários de Saúde na atividade. A discussão e a problematização sobre violência precisa estar no cotidiano da sociedade e das unidades de saúde, para que possamos enfrentá-la”, concluiu.

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